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NR 1, Riscos Psicossociais e Janeiro Branco: um alerta que as empresas não podem mais ignorar

A saúde mental nas organizações deixou de ser um assunto periférico. A partir de maio de 2026, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) trará uma exigência clara: empresas deverão identificar, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Essa atualização normativa chega num momento simbólico: o Janeiro Branco, campanha que nos convida a refletir sobre o cuidado com a saúde emocional — dentro e fora do trabalho. E a verdade é que, infelizmente, grande parte das empresas ainda não está preparada para esse cenário.

Um estudo recente do Zenklub (2023), chamado “Índice de Fatores de Risco Psicossociais”, mostra que 93% das empresas analisadas apresentam alto risco, especialmente em função da sobrecarga mental causada pela exigência contínua de atenção, memória e concentração. Esses fatores, muitas vezes invisíveis, têm efeitos reais: esgotamento, queda de produtividade, presenteísmo e afastamentos por adoecimento.

Como ergonomista e engenheira de segurança do trabalho, tenho acompanhado de perto o impacto desses riscos em diferentes setores. Em muitos casos, o problema não é apenas a ausência de ações, é a falta de diagnóstico adequado. E para isso, contar com profissionais qualificados faz toda a diferença.

É fundamental que essas análises sejam conduzidas por especialistas com conhecimento técnico e sensibilidade para o contexto organizacional. Ergonomistas e engenheiros de segurança do trabalho têm a formação necessária para interpretar os sinais, aplicar as normas corretamente e propor soluções que façam sentido para o negócio e para as pessoas.

A boa notícia é que há caminhos possíveis e acessíveis. A integração entre ergonomia, segurança, clima organizacional e qualidade de vida é o ponto de partida para uma abordagem preventiva, estratégica e humanizada.

Se a sua empresa ainda não começou esse movimento, este é o momento certo para dar o primeiro passo. A NR 1 está mudando. O mercado está mudando. E mais importante: as pessoas precisam de ambientes mais saudáveis para viver e trabalhar com qualidade.


Dra. Mariana Falcão Bormio
Engenheira de Segurança do Trabalho | Ergonomista | Doutora em Design – Ergonomia
mariana@bagile.com.br